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Testemunho de uma gaivota que deixou de ser branca

Quando falamos em sustentabilidade pensamos imediatamente nas consequências relativas ao ser humano, à humanidade em geral ou para as espécies do planeta. No entanto, é raro darmos uma voz individual a outros seres; é invulgar lembrarmo-nos que cada ser vivo, antes de sofrer como espécie, sofre como ser singular.

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Escola Secundária Dom Duarte (Coimbra, Portugal)
12º ano Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias (2º Bachillerato)
Rita Joana da Cruz Roque

Publicado en 2013 | Etiquetado , , | 8 comentarios

8 Responses to Testemunho de uma gaivota que deixou de ser branca

  1. Maria José Pires dice:

    O ser humano desrespeita os outros seres, talvez devam eles ensinar-nos a voar.
    Parabéns pelo texto e mensagem.

  2. Ana Paula Duarte dice:

    Parabéns, Rita! Que o adeus da tua gaivota possa ensinar ao Homem que a Vida é preciosa para todos quantos habitam na Terra!

  3. Margarida freitas dice:

    Sempre, sempre sensível, criativa e esclarecida, a escrita de rita roque. Esta é mais uma grande, grande peça de escrita.

  4. Ana Santos dice:

    A história desta gaivota antropomorfizada é contada com uma sensibilidade e um ritmo tal que não podemos deixar de partilhar a sua angústia, de nos colocarmos no seu lugar.
    ” Só se aprende aquilo que se sente” e , de facto, aqui sentimos. Este conto é também um belo recurso pedagógico.
    Parabéns!

  5. Rosa Lourenço dice:

    Cabe-nos a todos libertar as “gaivotas” do planeta. Parabéns Ritinha pela tua mensagem.
    Tem de chegar longe, longe, para acordar consciências.

  6. Isabel Sousa dice:

    Parabéns pelo texto! A Terra é casa de todos:”This we know: the Earth does not belong to man, man belongs to the Earth.(…)Man did not weave the web of life.”(Chief Seattle, 1855)

  7. Amélia Barrocas dice:

    Bonita mensagem, muita sensibilidade, texto muito bem escrito. Parabéns!

  8. Edulay pires dice:

    parabéns Rita ,que estás história faça que todos tenham mais amor e ajudam a proteger mais a gaivotas .

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